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Ao Blog do Vinicè! Contos, histórias e poemas feitos para você.

Quem sou?

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Meu nome é Vinícius Freitas Viti, e sou de Poços de Caldas - MG. Sou estudante de Ciência da Computação na PUC Minas, campus Poços de Caldas. Desde jovem, sempre fui apaixonado por tecnologia e desenvolvimento web. Ao longo do curso, desenvolvi habilidades que me permitiram criar este blog, onde posso compartilhar uma das minhas maiores paixões: escrever poemas.

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Poemas

Coisas que não Voltam mais

A nossa mente anda cheia demais,

por coisas que não voltam mais.

Pelas quais, já ficaram para trás.

Memórias que nem sempre são tão legais.

Nos relembram todos os acontecimentos,

e os reúne em diversos pigmentos.

Nelas, são poucos os bons momentos.

Nelas, são mais os maus sentimentos.

Como aquele antigo relacionamento,

que só traz um vazio, um sofrimento.

Daria até para apostar em seu duramento,

porém só o término, era o único livramento.

Tipo aquela demissão ou um serviço recusado.

Busque outra maneira e serás aprovado.

Mesmo que já esteja derrotado ou cansado.

Foque, estude, aprimore. No fim, terás resultado.

Nesta vida, tudo nela é passageiro,

seja na dor ou amor, seja na questão de dinheiro.

Se fizeres mal uso delas, irás tudo para o bueiro.

Por isso, nós sempre devemos estar ligeiro.

Pois então, deixe ir todas as mágoas, fadigas e dores.

Viva a vida com muito fulgor e muitas cores.

Faça isto, e verás nitidamente, os reais amores.

Tudo que lhe disse, em cada estrofe, em todos os fatores.

A Queda do Poeta

Este é o tal poeta,

que caiu da sua bicicleta.

Se ralou, se quebrou e desmaiou.

O hospital o operou e o curou.

Não se curou totalmente,

pois em seu braço há uma cicatriz.

Contando a besteira deste dia infeliz,

que está presa em sua mente.

Este é o tal poeta,

que caiu da sua bicicleta.

Há uma coisa que ainda o afeta,

sua mandíbula quebrada, és sempre relembrada.

Sempre que ele vê uma bike por aí,

vem em sua mente, a cena dele cair.

De uma tal forma tão agonizante,

que veio para ele, ser traumatizante.

Este é o tal poeta,

que caiu da sua bicicleta.

Sua queda foi violenta e assustadora,

que ela repassa em sua memória toda hora.

A Raposa dos meus Sonhos

Toda noite, tenho o mesmo sonho.

Nele não se há amor e nem felicidade

Apenas um mundo vazio e tristonho.

Porém, uma raposa mudou essa realidade.

De uma espécie selvagem e misteriosa.

Do pelo ruivo, bonito e macio.

Encantado, eu lhe aprecio,

és toda poderosa e muito cautelosa.

Tens um olhar penetrante

E andas de forma elegante.

És formosa, mimosa e graciosa.

És de facto, uma verdadeira raposa.

Seus hobbys ainda são desconhecidos.

Seus segredos são todos mantidos.

Sua velocidade és impressionante

e sua beldade és dominante.

Toda manhã, ao acordar e levantar.

Junto a ela sempre quero estar,

pois só ela conseguiu me cativar.

Por isso, ela eu passei a amar.

Atrás da amada!

O meu maior prazer,

foi te conhecer.

Numa manhã tranquila,

caminhando naquela vila.

Manhã chegava

e a noite calava,

trazendo alegria

para toda família.

Quando levantava

sempre pensava,

onde estava

a garota que amava.

O tempo passava

e eu nunca a encontrava.

Parei de busca-lá,

pois meu tempo já acabara.

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Conto em poema

A Caçada - O Monstro do Medo | Capítulo 01 Capítulo 01