A Caçada

O Baú dos Mortos

Depois das machadadas, abrimos aquele baú misterioso.

Achamos uma caixinha, que aparentava ter algo valioso,

As meninas pegaram para elas e abriram de imediato.

Entretanto não havia jóias, tinha por cima um velho retrato.

A foto estava com alguns rasgos e cheia de avisos.

Nela mostrava três cidadãos, com largos sorrisos.

Clara leu para nós um dos avisos, que dizia:

“FUJAS! Ou tu serás apanhado pela magia”.

Clara assustada e chorando, disse para irmos para casa.

Disse que estávamos avançando na missão,

deixar o medo de lado e não cair na sua opressão.

Clara foi se acalmando olhando ao redor para a natureza.

Sentou-se no chão, respirou fundo e respondeu-me:

“Ajudareis-te, todavia saibas que esta missão és ambiciosa.

Kiara, se tu for egoísta e se a esta jornada ficares perigosa.

Terei-me de ir, e aqui, tu já não terás-me”.

Com tudo aquilo estava quase a chorar.

Respeitei a decisão dela e disse que estava tudo okay,

mesmo não estando. Então para não perdê-la, eu topei.

Falei que deveríamos voltar, focar e continuar.

Voltamos a vasculhar mais o que tinha no baú dos mortos.

Eu achei uma velha carta e duas fotos.

A Helena achou um revólver e um pente de balas.

Já a Clara achou algumas flechas e quatro velas.

Reunimos tudo o que achamos e colocamos numa mesa

As duas fotos eram aleatórias como as velas,

O revólver, o pente e as flechas servem para nossa defesa.

Abrimos a carta antiga. Era sobre o monstro e suas siglas.

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